sexta-feira, 24 de junho de 2016

10 Perguntas que os Adventistas precisam responder.



O desafio do pastor João Flavio Martinez aos do sábado. 


Uma das mais nobres e práticas faculdades que o Senhor Deus brindou o ser humano foi a do raciocínio, então devemos colocá-lo para funcionar, também na religião. Quanto às doutrinas referentes à religião praticada, devemos dar um "breque", pensar, meditar, estudar, indagar, pesquisar, comparar, raciocinar e não aceitar nada que nos é oferecido sem que passemos tudo,  cuidadosamente,  pelo crivo da lógica das Escrituras Imutáveis.  De outra forma, podemos cair na cova profunda da ignorância espiritual, por ter seguido passivamente o mestre errado, pois a maioria do pastores, de clérigos católicos e ortodoxos, todas as correntes ditas cristãs estão afundadas em erro, agredindo gravemente a Palavra de Deus e ingressando nas maldições do Apocalipse 22:18 e 19.

"Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova". Mateus 15:14

Essa discussão constante sobre sábados e domingos como sendo o Dia do Senhor é de grande inutilidade, pois a verdade sobre isso é tão cristalina, tão esclarecedora e tão conclusiva que inviabiliza qualquer discussão a respeito.   Quer ver por quê?

Antes um Prefácio curto:


Durante a Transfiguração de Jesus, ouvi-se a Voz do Senhor Deus Pai dizendo:


“E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho;  ouvi-o”.     Lucas 9:35

Então, vamos OUVIR JESUS, como nos ordenou Deus Pai?

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.    João 15:10.  E todos sabem que os mandamentos de Deus Pai são DEZ!

Mas os evangélicos que dão mais valor às suas doutrinas, preferem NÃO OUVIR JESUS e se afundam em seus graves erros pela DESOBEDIÊNCIA A DEUS PAI, e ainda ousam afirmar que são de Jesus! São todos fariseus e muitos até hipócritas!

Por isso, Jesus os acusa:

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27


Quem são os REMANESCENTES de hoje? Os remanescentes do passado sempre foram aqueles que não se dobraram às doutrinas, principalmente a do papado romano de Satanás que corrompeu os mandamentos de Deus Pai.  Mesmo sob severos castigos e até vendo a morte de bem perto mantiveram-se fiéis aos preceitos bíblicos, aos DEZ mandamentos de Deus, os da Bíblia somente da Bíblia, enquanto os evangélicos de hoje na imensa maioria, os católicos e ortodoxos são mais ou menos da Bíblia, pois ousaram "cortar" um ou dois dos Mandamentos das Rochas Sagradas de Deus Pai, ingressando em grande erro.

Os apóstolos de Jesus e os demais cristãos da Igreja Primitiva jamais guardaram um só domingo, e provaremos agora:  Esse dia só começou a acontecer como “substituto” do sábado no ano 364 de nossa era, ou seja, 334 anos depois da Ressurreição de Jesus.  Portanto, somente mais de três séculos depois da Ressurreição de Jesus os cristãos passaram a desrespeitar o sábado promulgado por Deus no Monte Sinai, e mesmo assim obrigados sob severas penas, até de excomunhão, segundo o Cânon 29 do Concílio de Laodicéia. (ver fontes abaixo).
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

Pode-se discutir preceitos bíblicos, quando dão margem a mais de uma interpretação, mas NEGAR A HISTÓRIA  e as RAÍZES DA IGREJA, que também é História, isso não é possível, dentro da honestidade.

No Evangelho, não encontramos uma só linha que informe que o sábado viria a ser “substituído” pelo domingo da Ressurreição de Jesus (mesmo porque isso seria impossível),  mas a História e as Raízes da Igreja nos revelam que somente no ano 364 os cristãos foram obrigados a passar a guardar o tal domingo.

O bispo de Roma, Libório (Papa Libório pela marcação católica) convocou um concílio denominado Concílio de Laodicéia, para finalmente decretar uma proibição que já vinha sendo planejada e ensaiada havia tempos: A PROIBIÇÃO DO SÁBADO NA VIDA DOS CRISTÃOS, resultado do ódio contra os judeus, pois os bispos não aceitavam guardar o mesmo dia que os de Israel.

O Cânon 29 do Concílio de Laodicéia decreta:

"Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  John Hagee, ‘Should Christians Support Israel? página 167.
Além de o resultado do Concílio de Laodicéia ter, finalmente, proibido o sábado na vida dos cristãos, pois até ali eles o guardavam, o Papa Libório ainda decretou severos castigos a qualquer cristão que ousasse desrespeitar o resultado do concílio.

Então, até um tolo pode concluir que se um Concílio foi criado exatamente para proibir todos os cristãos a continuar a guarda do sábado, não teria havido a necessidade desse disso se os cristãos já estivessem guardando o tal domingo desde a Ressurreição de Jesus, como querem os das doutrinas e tradições.

Mas na história do cristianismo sempre houve os remanescentes, os únicos da Bíblia, somente da Bíblia. Por isso mesmo, nem obrigados pelo Concílio de Laodicéia, nem por medo da tal excomunhão renegaram as promulgações de Deus para a guarda e santificação do sábado santo e abençoado, assim nomeado pelo Criador:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Os remanescentes de hoje são aqueles que se colocaram sob a OBEDIÊNCIA irrestrita a Deus Pai, e mesmo com as dificuldades da santificação do sábado por conta do papado romano de Satanás que levou o mundo a "pisar" no sábado, eles se mantém fiéis ao Quarto Mandamento de Deus Pai.

Testemunhos de grandes homens a respeito dos santos sábados:

A maior das provas que comprovam que nenhum dos apóstolos de Jesus, mesmo depois de sua Ressurreição jamais guardaram um só sábado nos é provado pela História Universal e pelas Raízes da Igreja que mostram o evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que foi convocado pelo Papa Libório (marcação católica) no ano 364 de nossa era, justamente para fazer cessar a guarda dosa sábados pelos cristãos, por puro ódio aos judeus. Os bispos cristãos, já habitando sob o teto dos palácios dos reis, não suportavam ter de guardar o mesmo dia que os judeus. E já que os judeus prefeririam morrer a violar os sábados, pelo Concílio de Laodiceia, no ano 364, FOI PROIBIDA A GUARDA DO SÁBADO QUE VINHA SENDO GUARDADO ATÉ ÀQUELE ANO. e para consolidar essa infeliz proibição, foram decretados severos castigos a todo aquele que ousasse continuar a guardar os sábados. Mas havia os remanescentes que preferiam castigos até mortais a agredir a Vontade de Deus. Vejamos alguns testemunhos de grandes homens a respeito do CONCÍLIO DE LAODICÉIA:


O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

“O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.” Fonte: “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 

William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265; 

Jesus condenou os fariseus que rechaçavam a Palavra de Deus por conta das suas doutrinas e tradições. Mas hoje isso continua acontecendo por conta do desrespeito ao sábado, como se essa agressão a Deus pudesse ser algo normal, pois Católicos, Ortodoxos e Evangélicos preferem viver suas doutrinas e tradições,  não se importando, nem um pouco, em pisar sobre o Quarto Mandamento de Deus Pai que nunca muda em suas promulgações:

 “Porque eu, o Senhor, não mudo”. O Senhor, em Malaquias 3:6.

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9.


Mostraremos, abaixo, Segundo a Verdade de Deus, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo). Somente essas sete revelações que provam, sem sombra alguma de dúvidas, que os apóstolos de Jesus, sua Igreja e até aos tempos de Paulo todos eles santificaram os sábados já bastaria para anular as 10 Perguntas de João Flavio Martinez, mas vamos ao desafio:

Antes de entrarmos nas 10 perguntas, todas numeradas, vou colocar um necessário Prefácio:


    Existem, no Evangelho, duas grandiosas revelações que não foram escritas, mas são facilmente compreendidas. Confira. Pois todo cristão deve tomar conhecimento.

PRIMEIRA REVELAÇÃO

A respeito de sábados ou domingos, se pudesse ter havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”, teria sido algo dificílimo de aceitação pelos cristãos, e ouso dizer impossível, principalmente pelos judeus convertidos ao cristianismo, incluindo também os fariseus, escribas e os principais do templo, os da Torah.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSUREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de impossível aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas para que jamais se apagassem e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter havido um período de TRANSIÇÃO, se fosse possível uma troca dessas! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:

A (impossível) Transição da guarda do sábado para o domingo.

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse ter acontecido,   pergunto:  quando se passou o período de TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?   

Repetindo pela  importância: Um evento desse porte, pois colocaria em Xeque a Palavra Viva de Deus,bem clara e contundente,  teria de ter havido um período de Transição, pois jamais seria possível induzir, facilmente, principalmente os cristãos advindos da tradição israelita, cessarem subitamente a santificação dos sábados apenas por conta de uma decretação a respeito pelos apóstolos de Jesus, por isso  Teria de ter havido, obrigatoriamente,  um período de Transição para uma mudança tão radical, se isso pudesse ter sido possível!

Se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”.

Alguém leu isso no Evangelho? Se não leu nunca existiu um só domingo no Evangelho "substituindo" o sábado santo e abençoado de Deus.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, Jesus nada disse sobre sua Ressurreição que viria a influir na Palavra de Deus que  ordena guardar o sábado em, se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussões, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus, cravado nas Rochas Sagradas das Leis e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter  havido um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:
Todos os cristãos judeus e não judeus teriam aceitado passivamente, o corte do mandamento do sábado? JAMAIS!!!

Se tivesse sido possível a aceitação da "troca" do sábado pelo domingo, quando e onde ACONTECEU A TRANSIÇÃO desse impossível evento? 

No sábado seguinte à ressurreição de Jesus, mesmo ele tendo permanecido na Terra por mais 40 dias?

Uma semana depois da Subida de Jesus ao Reino de Deus Pai? Um mês depois? Um ano depois?  

Eu mesmo respondo: NUNCA!!! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado ATÉ  NO ANO 364 depois de Cristo, onde aconteceu o Concílio de Laodicéia, que finalmente determinou a abolição do sábado na Igreja a favor do domingo, então segundo a total e indiscutível lógica, os cristãos continuaram a guardar e santificar os sábados,  pelo menos até esse ano da proibição.

A História das Raízes da Igreja revela, segundo os livros abaixo, que  por ódio dos judeus e, por isso mesmo, para diferenciar os cristãos dos judeus, o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Liberio (pela contagem católica) , um decreto que proibiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos e até a tal excomunhão aos que teimassem em continuar sabatistas, PORTANTO NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS, mesmo depois de ele ter subido ao Reino de Deus Pai.

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364, o que anula definitivamente as declarações dos domingueiros que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve um breve período de TRANSIÇÃO, pois nem todos concordaram com o resultado do Concílio de Laodicéia,  resultado certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
Álvaro Huerga. Histori A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart),a de los alumbrados.  Espanha, 1978.

Elaborei um blog altamente explicativo sobre o sábado perpétuo de Deus Pai:


Vejamos o apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados ao ar livre, pois não caberia num salão:

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável.  


SEGUNDA REVELAÇÃO


Há mais uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma  -- se estiver presente a honestidade --, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora, que indiscutivelmente PROVA biblicamente que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.
 Basta RACIOCINAR para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e tão conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:
 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os judeus, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e príncipes do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomar as refeições sem que antes lavassem as mãos. E isso ficou registrado no Evangelho.
 Os fariseus protestaram forte apenas pelo fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,  assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que num sábado os apóstolos de Jesus colhiam espigas para matar a fome, então,  por conta disso,  imagine, então, os fortes protestos e as terríveis consequências que certamente ocorreriam se os apóstolos de Jesus tivessem apenas ousado sugerir que a partir da Ressurreição de Jesus o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo.  
 Se apenas um só dos apóstolos tivesse ousado sugerir que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes, pois por muito menos tentaram, por várias vezes, assassinar Jesus por conta de os fariseus julgarem que ele violava os sábados santos e por revelar que era o Filho de Deus Vivo. 
 Segundo a tradição israelita, se qualquer um dos  apóstolos tivesse apenas sugerido tal mudança insensata, absolutamente inconsequente e irrealizável -- segundo Jesus em Mateus, 5.17 até 28 --, teriam sido arrastados pelas ruas e apedrejados em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus vivo. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, meu amado irmão e concluirá por essa lógica irreversível!
Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viria a substituir o sábado e, apenas por isso,  facilmente se entende que NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia. 

Sobretudo, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, e ainda instituído como Um Sinal entre Deus Pai e a Humanidade, já que está bastante repetido no Evangelho que ele, o Senhor, não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e em Efésios 2:14 revela que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA a favor da existência de UM SÓ POVO DE DEUS.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente Paulo teria sido linchado, tal como o apedrejaram noutra ocasião (Atos 14:19) apenas pelo fato de ter curado um lesionado dos pés e coxo; Atos, 14:8.

Esse escândalo dos fariseus aconteceu  porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de seus pais, tal como a  rejeição da Circuncisão da carne, dos sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas, da lei do chicote e de outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas, inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.
“Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.
Repetindo pela alta importância, o apóstolo Paulo que falava e escrevia sob completa inspiração do Espírito Santo de Deus jamais foi acusado de tentar ensinar contra o sábado, ao contrário, ele levava sua Igreja a santificar TODOS OS SÁBADOS:
 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, s encheram de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendeu-me, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina, os cristãos antigos a trocarem o sábado pelo domingo, após a Ressurreição de Jesus, exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.
 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio"!
 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Paulo com medo?  Pedro como medo?
   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus eles perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  O bispo silenciou.
 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que NÃO HÁ A MÍNIMA POSSIBILIDADE  DE A  IGREJA DE JESUS TER VIOLADO UM SÓ SÁBADO SANTO E ABENÇOADO DE DEUS, COMO ESTÁ ESCRITO,  pelo menos até o ano 364.
Quem precisa mais que isso para ter a certeza de que o sábado é perpétuo?

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  quando teria passado a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo? Obrigatoriamente teria de ter havido um período de transição e devidamente registrado no Evangelho, assim como ficou registrado o simples fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos.

Um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus, e pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? 
 Todos os cristãos judeus e não judeus teriam aceitado passivamente o corte do mandamento do sábado?

A TRANSIÇÃO ACONTECEU no sábado seguinte à ressurreição de Jesus?  No sábado depois que ele subiu ao Reino de Deus Pai? Uma semana depois? Um mês depois? Um ano depois?  Eu mesmo respondo: NUNCA! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado AINDA no ano 364 depois de Cristo, e que por ódio dos judeus o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Libório, um decreto que proíbiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversivel, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS!

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve a TRANSIÇÃO, pois nem todos os cristãos aceitaram passivamente a exclusão do Quarto Mandamento de Deus a favor do tal domingo, fato certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito por 14 vezes na Bíblia que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, novamente coloco: essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

 http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/

Toda essa confusão sobre sábados e sobre a idolatria iconolátrica, a culpa toda é dos papas católicos, pois foram eles, certamente gerenciados por Satanás, por causa da gravíssima agressão a Deus Pai quando corromperam, em sua doutrina, os dois  principais Mandamentos do Decálogo, fazendo cumprir a profecia do Apocalipse que revela que Satanás venceu os santos vivos.

E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação".   
Apocalipse 13:7.  

Muitas pessoas passam a vida inteira sob uma religião, filosofia ou credo, sem ao menos se questionaram se realmente estão seguindo o caminho correto que conduz a Deus, do modo como ele deixou registrado, nas Escrituras ou se realmente se orientam apenas pelos ensinos de clérigos, pastores e anciãos, ou que veio pela tradição de seus pais, que em muitos casos é temerário.  

Foi assim que, pela tradição da Igreja Católica, o papado romano, usando ardilosamente a tal excomunhão eterna (hoje desacreditada) conseguiu dominar reis e imperadores (link abaixo) e manter cativo a maior parte do povo nas cadeias da ignorância religiosa e atrasou o progresso do mundo por dezenas de séculos. 

Por séculos, antes e depois da Idade Média, as pessoas permaneciam subjugadas material e espiritualmente, por crença ou por medo -- em muitos casos até por pavor das fogueiras de Satanás ou dos enforcamentos, tudo em público para "dar o exemplo" --, dos tais "Sumos Pontífices", com seus exércitos armados, que se declararam  Deus na Terra, impondo uma religião que agredia e  agride a Palavra Escrita, quando finalmente veio a Libertação pela Reforma iniciada a 31 de outubro de 1517, com Lutero, se bem que falha e incompleta, como veremos abaixo.

 Mas a Reforma foi iniciada bem antes,  ao final do século 14, pelo ousado clérigo, dissidente católico, o  inglês John Wycliffe, o primeiro clérigo a enfrentar o papa,    o que incentivou  muitos seguidores, tal como John Huss e outros.   

Pela  Reforma, mesmo incompleta, aconteceu a libertação de uma parte do povo das garras da corrupção da Igreja católica, na época chefiada pelo  luxuriante papa Leão X,  Chefe Supremo da Inquisição, vindo depois o Iluminismo  -- que defendeu o uso da razão iluminada contra as trevas da submissão e escravidão humana.  

Eu afirmei que a Reforma foi falha e incompleta porque se houve a separação física entre o Vaticano e tudo o que representa e os dissidentes, espiritualmente não, pois a doutrina católica continuou forte nos separatistas.  Isso aconteceu, infelizmente, porque Lutero, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, não conseguiu desligar-se completamente da mais que secular doutrina católica de tantos erros. 

Lutero continuou a chamar a santa em vida Maria, com a nomeação mais ridícula do mundo por todos os tempos de a “Mãe de Deus” nascida “sem o pecado original” e prestando culto a ela. Gottfried Maron. Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do  Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.

As considerações finais de Lutero que mostram a continuação forte á idolatria mariana foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte. 

Por conta de sua antiga tradição católica romana, Lutero manteve a missa católica, com paramentos católicos e tudo o mais, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.

Lutero, que também guardava o domingo católico, atropelou gravemente as Escrituras em suas teses nada bíblicas: “Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”.  (que grande tolice!).

Assim como o clero católico, Lutero manteve o ódio aos judeus e os chamava de cães vadios.

 Ainda bem que com o passar do tempo as novas fundações das congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, mas, infelizmente, o maior dos erros dele, o mais afrontoso, o mais nocivo, não foi abolido: o corte da lei do sábado pelo papado romano do engano satânico.  A principal causa teria sido a dificuldade dos pastores evangélicos, ao fundar uma congregação, manter o sábado como Dia do Senhor, já que o mundo estava acostumado ao tal domingo. E isso acontece até  hoje.  Um erro gravíssimo que agredia e agride a Vontade de Deus.

Lutero conservou, também, a ridícula teoria do tal Purgatório das almas penadas em sua tese  de número 29,  como também,  conservou as crenças  nos santos e santas “santificados” pelo papado romano.  Portanto Martinho Lutero foi metade católico e metade evangélico.

Mas onde e como, então, o sábado santo de Deus foi sendo abolido para dar lugar ao tal domingo?

Vamos à resposta:

Aconteceu oito séculos antes de Lutero, por conta do ódio aos nossos irmão judeus.





Sabe-se que segundo a História Universal, o papado romano foi criado no ano 607,  inicialmente na forma de Bispo Universal (pré-concepção de papa), quando o Imperador bizantino Flavio Focas Augusto nomeou Bonifácio III como Bispo Universal, segundo a História e não segundo o clero católico, que incrivelmente, ousou fazer até do humilde Simão Pedro um papa dos palácios da glória humana.  

 Bonifácio III foi realmente o primeiro bispo universal, ou o primeiro papa romano, segundo a História Universal.

 O ódio aos judeus esteve presente por todos o reinados dos papas romanos, pois até bem antes, o papa Libório (de acordo com a errada contagem católica) no ano 364, na época em que já gozavam da doce vida dos palácios dos reis, promoveu  um concílio e assinou o resultado dele, conclamando todos os cristãos a abominarem os sábados, pois dali pra frente o “Dia do Senhor” seria o domingo, na desculpa esfarrapada que a  vitória da Ressurreição de Jesus teria predominância como o Dia do Senhor. E para reforçar a nova obrigação cristã, o papa Libório decretou perseguições e prisões e até excomunhões a todos aqueles que ousassem continuar a guardar o sábado. Aí Satanás venceu os santos vivos, mas menos os remanescentes que não aceitaram o engodo do domingo.

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse 13:7.

O iluminismo, que pregava a liberdade econômica e política, os direitos individuais, o que também influiu na contestação da autoridade máxima do papado romano, imposta por ele mesmo sobre os povos, acontecendo, então, o início da descrença na tal excomunhão papal, que por tantos séculos tornou-se a causa maior da predominância da Igreja sobre reis e imperadores, exatamente pelo pavor da exclusão definitiva da possibilidade da salvação na eternidade (ver provas históricas no link abaixo), libertando uma parte das garras da ignorância religiosa

Por conta disso, em 05 de julho de 1809,  o imperador francês Napoleão Bonaparte, ao invadir Roma, surpreendentemente prendeu o papa Pio VII; expulsou a corte Vaticana de chupins cardeais, bispos, toda a corte, também os batalhões do rei papa e convidados; fechou o ostentoso Vaticano e proibiu a mortal Inquisição Católica, que tantos danos trouxe ao mundo, pois foi a principal causa da descrença em Jesus Cristo por parte dos pagãos que poderiam ter sido evangelizados.

Depois da morte de Napoleão, a 5 de maio de 1821, quando ainda prisioneiro dos ingleses, então, com 51 anos de idade, o papado romano católico tentou restaurar a "Santa Inquisição", mas por conta de um mundo bem mais informado e culto, principalmente por conta do iluminismo, não conseguiu. O máximo que o clero conseguiu foi manter o papado romano católico como um tipo de rei mundano até 1870, com Pio IX, quando foi retirado à força, definitivamente do papado romano e sua hegemonia milenar.

Uma das mais nobres e práticas faculdades que o Senhor Deus brindou o ser humano foi a do raciocínio, então devemos colocá-lo para funcionar, também na religião. Quanto às doutrinas referentes à religião praticada, devemos dar um "breque", pensar, meditar, estudar, indagar, pesquisar, comparar, raciocinar e não aceitar nada que nos é oferecido sem que passemos tudo,  cuidadosamente,  pelo crivo da lógica das Escrituras Imutáveis.  De outra forma, podemos cair na cova profunda da ignorância espiritual, por ter seguido passivamente o mestre errado, pois a maioria do pastores, de clérigos católicos e ortodoxos, todas as correntes ditas cristãs estão afundadas profundamente em erro, agredindo gravemente a Palavra de Deus e ingressando nas maldições do Apocalipse 22:18 e 19.

"Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova". Mateus 15:14

Minhas respostas às 10 colocações do nobre  pastor João Carlos Martinez, revelam que se ele conhece as Escrituras, prefere a sua doutrina, pois convenientemente foge delas em muitos preceitos, principalmente no Evangelho, levando-se em conta o que prega e ensina se comparado com a lógica da Palavra Escrita. 

Aqui, comparando  as 10 colocações do pr. João Flavio Martinez, mostro que ele foge da Verdade Bíblica a favor de sua doutrina, o que acontece com a ampla maioria evangélica. Os pastores, em sua ampla maioria, valorizam sobremaneira as suas tradições e doutrinas, e para isso eles  têm de ignorar, de propósito, certos preceitos da Verdade Escrita que os desmentem,  como veremos, ingressando na Desobediência a Deus Pai, O MAIS IMPORTANTE PRECEITO CRISTÃO.

Jesus já nos havia alertado a respeito de quem ensina errado e sobre quem acata tais erros, o que se caracterizou numa profecia sobre o que aconteceria no futuro, como de fato aconteceu: os fariseus tentariam invalidar o sábado por conta de suas doutrinas. 

 “E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.
  Jesus, em Marcos 7:9.

  "Deixai-os; são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova". Mateus 15:14

Os escritos do autor  das 10 perguntas estão na cor VERDE  Mas primeiramente vamos ver, diretamente de Deus Pai, que nunca muda em suas promulgações à Humanidade,  a principal promulgação dele que foi a decretação do Decálogo, no qual o próprio Mandamento, o do Sábado, por si só já legitima-o como O DIA DO SENHOR, inviabilizando o tal domingo inventado pelo homem. Vamos aos originais de Almeida:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.   Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.   Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”.  Êxodo 20:8-11

Então, amado pastor e amigo João Fávio Martinez, por contra de nossas correspondências no passado, eu me considero apto a atestar que você agride o Criador, o mesmo Deus que  afirmou que nunca muda, ensinado o povo a DESOBEDECER A DEUS PAI:

"Porque eu, o Senhor, não mudo...". Malaquias 3:6. 

Se o próprio Criador atesta que não muda em suas promulgações, da mesma forma que nunca mudou em suas promulgações contra Adão e Eva,  até hoje respingando tribulações em nós outros e, mesmo após a Vinda do Jesus do Amor incondicional, do Perdão, da Graça e da Misericórdia -- na época os dois únicos representantes da humanidade futura --, quando  ele, o Senhor cravou suas Dez Leis nas Rochas Sagradas, e se o Sétimo Dia faz parte dos mandamentos de Deus, promulgados para obediência irrestrita, é fácil concluir que também faz parte da Salvação, assim como os demais mandamentos.

Para quem sabe meditar e Raciocinar, certamente somente os textos acima já respondem, de modo conclusivo, a todas as 10 perguntas do Pr. João Flavio Martinez, mas mesmo assim vamos até o fim, é claro. 


 VAMOS, ENTÃO, ÀS 10 PERGUNTAS:


João Flávio Martinez:

"Você amigo adventista foi ensinado que o sábado é a "pedra de toque" (O Grande Conflito pág. 611) da fidelidade para com Deus. O sábado se destaca tanto nos ensinos do adventismo que Ellen G. White chega a dizer que:

"Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna" (Testemunhos Seletos, vol. III, p. 23 - 2ª edição, 1956)".

Quanto a essa colocação do Pr. Flavio Martinez, eu elaborei um blog muito explicativo e convincente (exceto para os fariseus) em 28 colocações, que prova,  indiscutivelmente, dentro da honestidade, segundo as Escrituras,  que assim como todos os mandamentos foram promulgados pelo Senhor para obediência a todas as nações (Romanos 16:25) visando a Salvação,  o sábado TAMBÉM faz parte desse grupo, portanto, também faz parte da Salvação na Eternidade.


http://porqueosabadofazpartedasalvacao.blogspot.com.br/   Se não abrir, copie o http e cole no navegador.

A obediência a TODOS os mandamentos faz parte da salvação na Eternidade.


Quanto á pergunta número um do pr. João Flávio Martinez a seguir, Está Escrito no Evangelho: “Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11. Também vale para o sábado.

Acima, a colocação
toda a lei  refere-se ao Decálogo completo, legitimado por Jesus no Evangelho, em Mateus 5:17 até 28 quando ali, então, além de legitimar todo o Decálogo, o Mestre ainda aumentou os graus de dificuldade da observação de três dos Mandamentos do Monte Sinai e por isso, não há como negar essa Verdade sem ingressar na hipocrisia.  E entre os ,pastores evangélicos há uma multidão deles que, interpretando ao avesso a Carta aos Gálatas, batem firme os pés afirmando que Jesus pregou as leis na cruz. Pobres almas infelizes!


Também está Escrito no Apocalipse 14:12 que os escolhidos de Jesus foram salvos pela guarda dos mandamentos de Deus e são 10, e essa revelação é Verdade Incontestável, pois Deus não a colocaria se não fosse importante, conferindo com o que Jesus nos ensinou através do exemplo do Jovem Rico. Nesse exemplo Jesus foi muito claro e direto: O Caminho para a salvação exige duas condições sinequanon:

        1)     Obedecer a Deus Pai na Guarda de seus mandamentos. E são 10.

    2)  Completar os merecimentos como boas obras de caridade por amor aos mais necessitados, de modo abrangente para quem pode,  e menos para quem pode menos, e quem não tem nada que pratique o amor.  Por isso mesmo, Jesus disse para o Jovem Rico que para que se salvasse, teria de desfazer-se de sua fortuna em prol do Amor de caridade de 1 Coríntios 13:13, onde Está Escrito que o Amor é maior que a fé. (amor necessariamente integrado com boas obras).

Quanto a boas obras, Jesus já havia exaltado grandiosamente o valor delas, porque em Mateus, 25:31 a 44: o Mestre revela a Salvação pelas boas obras e a condenação pela falta delas, e um dos melhores exemplos disso é o evento Jesus e o Jovem Rico:


Então, provindo de Deus as informações citadas, a senhora Ellen citada pelo pastor João Flavio, estava certa, mas informo que  o sábado como salvação vale apenas para aqueles que já tomaram conhecimento de que o Sétimo Dia sempre foi e sempre será o Dia do Senhor (como mostro aqui), mandamento com obrigatoriedade de se guardar, pois entendo que Jesus afirmou, com outras palavras, que quem desconhece não peca:

“Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado”.  Jesus, em João, 15.22. 


                 O DESAFIO DO PASTOR JOÃO FLAVIO MARTINEZ NA NUVEM:


Pois bem, gostaria que você, adventista, raciocinasse um pouco sobre este assunto meditando nestas perguntas logo abaixo:

Pergunta UM

Se o sábado é tão importante, porque, então, não há um mandamento sequer para guardá-lo desde Adão até Moisés?

Infelizmente, essa pergunta não tem como ter uma resposta curta, mas vamos lá:

Primeiramente existe, sim, o mandamento do sábado desde a semana da criação. Segundo Gênesis, o Senhor Deus criou o homem no sexto dia, e no sétimo criou o sábado para ele. Por isso mesmo, Jesus, em Marcos 2:28 afirmou que "O sábado foi estabelecido por causa do homem", já que Deus Espírito Perfeitíssimo jamais poderá se cansar. Somente essa declaração de Jesus já responde a todas as 10 perguntas aqui tratadas.

A resposta à pergunta um, digo que especificamente não Está Escrita, mas é obvia a resposta correta, basta meditar com calma. Você mesmo, meu nobre pastor e professor, escreveu acima: Uma das mais nobres faculdades que Deus dotou o ser humano foi o seu raciocínio então devemos colocá-lo para funcionar. Então vamos raciocinar?

Primeiramente vamos pensar: Por que o Criador instituiu o Sábado como dia de descanso, supostamente para ele, pois Está Escrito que ele, sendo Espírito Perfeito, nunca se cansa, nem se afadiga?

 "Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, nem se cansa nem se fatiga? 
 Isaías 4:28.0

Então, assim como regeu Jesus, o sábado foi estabelecido para o homem (e para a mulher) Marcos 2:28.

Quanto a não haver na Palavra Escrita referência direta ao descanso aos sábados pelos hebreus primitivos, incluindo Abraão, VAMOS RACIOCINAR?  Adão e Eva, seus filhos e seus descendentes, citando apenas Enoque, depois Abraão, acaso não temiam a Deus e o respeitavam verdadeiramente? Sim! Responderão os estudiosos das Escrituras.

Então, como é impossível a um homem trabalhar pesado (característica da época)  nos 365 dias por ano sem descanso, pois morrerá de estresse, por isso mesmo o Criador instituiu para a Humanidade um dia de descanso entre sete. É ou não é? Se é SIM  até aqui, como deve ser, então vamos continuar raciocinando:

Se o nobre pastor Martinez tivesse nascido filho, digamos de Sete, o filho de Adão e Eva e, sendo temente a Deus, assim como Sete o era, e não sendo possível passar sem um dia de descanso semanal, pois naquela época os trabalhos eram quase todos pesados, manuais,  que  dia  de descanso o nobre nobre pastor e professor João Flavio Martinez  escolheria para agradar a Deus e Senhor?

Basta RACIOCINAR, nobre Pastor Martinez, referindo-se a Deus, que na hipótese de seu povo escolhido, no caso aqui de Abraão e companhia limitada tivessem escolhido outro dia que não o Sétimo, resultaria em duas hipóteses:

1) O Senhor Deus teria falhado na criação do Sétimo Dia para descanso humano, pois ele não se cansa.

2) Como o povo hebreu, israelita, era apegado a tradições, se tivesse escolhido um outro dia para descanso e não o sábado do Senhor, certamente esse povo estaria a desagradar a Deus Pai que havia criado um dia específico para descanso e guarda para seu povo.  Pergunto: Desagradaria a Deus o seu povo por conta de um ato facílimo de cumprir?

Acaso Abraão não obedeceu cegamente ao Senhor até aceitando imolar Isaac, seu filho amado? Então, se conclui,  facilmente, que Abraão honrava o dia escolhido pelo Criador para descanso e a tudo a mais que o Senhor poderia ter-lhe ordenado.

Por isso, é fácil concluir, por dedução lógica, que também Abraão e seu povo guardavam os sábados do Criador. E atenção: podemos concluir, ainda, que: se bem antes do Monte Sinai o Sábado Santo e Bendito já era guardado pelos israelitas (Êxodo 16:28 – 29), certamente essa regra veio a eles pela tradição da guarda do sábado pelos seus antecessores.

Ora, completo que, se eu estivesse lá, é claro que meu descanso seria aos sábados para agradar a Deus, o Grande Provedor, praticando a OBEDIÊNCIA, como ele aprecia! 

Abraão não foi considerado amigo de Deus?  Ora, então que dia Abraão teria escolhido como o Dia de descanso, o Dia do Senhor, instituído por ele na Criação senão o sábado, se muito  amava ao Senhor, o respeitava e era inteiramente dependente dele?  É absolutamente certo que Abraão e  toda a sua descendência, até o episódio do Maná do Deserto com Moisés, bem antes do Monte Sinai jamais guardariam ou santificariam outro dia diferente do sábado. É ou não é? (Êxodo 16:28 – 29) Basta só meditar... raciocinar...discernir... e concluir.


Sobretudo, vamos continuar raciocinando: Jesus nunca pecou, nem veio com o pecado de Adão, mas fez questão de ser batizado. Por que Jesus se submeteu ao batismo humano se não tinha pecado algum? Ora, o fez exatamente para nos dar o exemplo 

Antes de distribuir pão e vinho aos seus amigos, na ultima ceia com eles, Jesus lavou os pés de cada um e avisou: “Viram o que vos eu Fiz? Fazei o mesmo a outros”. Novamente Jesus agiu assim para nos dar o exemplo.

Por que Jesus se mostrou guardando e santificando o sábado, em Lucas 4:16, senão  para nos dar o exemplo?   é claro que sim, mas infelizmente somente  a congregação adventista e mais 398 congregações pelo mundo obedecem a Jesus nesse importante quesito cristão. 


Jesus sempre fez questão de mostrar-se humilde a toda prova. Por que? Ora, também para nos dar o exemplo.



http://jesuseograndevalordahumildade.blogspot.com.br/

 Da mesma forma, o Criador, sendo Espírito Perfeito, jamais se cansou ou se cansará (Isaías 40:28), mas assim como nos exemplos de Jesus no Batismo, no templo e 
no Lavapés, Está Escrito que Deus “descansou”  para nos dar o exemplo  de que nós outros, desde Adão e Eva, temos de descansar um dia em sete, mas esse descanso tem de ser vivido no Sétimo Dia, pois ele "descansou” nesse dia. Por isso tudo, raciocinando, concluiremos, facilmente, que o Povo de Deus, por todos os séculos antes de Moisés guardavam e santificavam os sábados.   Basta só meditar... e raciocinar como  você sugeriu, pois foi para isso que o Senhor nos brindou com a inteligência de 86 bilhões de neurônios.

"Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga?".  Isaías 40:28

Pergunta Dois

Se o sábado não era somente para o judeu, então porque Deus diz que era um sinal entre Deus e Israel somente? (leia Ezequiel 20:12,20).

E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus.  Ezequiel 20:20

O Pr. João Flavio se esquece que depois de Jesus, não existe Israel separado de nós outros, pois somos agora um só povo. E não fui eu quem inventou isso, mas é determinação do Espírito Santo de Deus e se não há mais separação, também o Decálogo foi promulgado e propagado para nós outros.

Está Escrito, tanto no A.T. como no NOVO, nas epístolas do apóstolo Paulo e de Simão Pedro, que Deus não faz distinção de pessoaspois todos são iguais perante ele e, em Efésios, capítulo 2, Está Escrito que a parede que nos separava dos israelitas foi derrubada  a favor da união dos povos em um só, sobretudo, Está Escrito, em Atos,  que nós somos os legítimos herdeiros dos israelitas, e os herdeiros herdam as bênçãos e as obrigações:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25.

"Vós, sim, que antes não éreis povo, agora são povo de Deus”.   1 Pedro 2:10. 


Então, meu nobre pr. João Flavio Martinez, como não existe separação alguma entre Israel e todos nós, a conclusão é óbvia: o Senhor Deus estabeleceu o santo e abençoado sábado como um SINAL entre ele e a Humanidade, assim também como estendeu o os castigos de Adão e Eva, também para a Humanidade, pois ele conhece o futuro  e jamais o desprezaria, afinal, os israelitas de hoje  passam muito pouco de 15 milhões de viventes, representando apenas 0,02% da Humanidade, sendo que os chineses que também datam de 40 séculos a sua origem assim como os hebreus, representam hoje mais de 21% da humanidade.

Mas porque o Povo Amado de Deus não é o mais populoso do Mundo? Porque sendo Hebreus, depois Israel o povo amado de Deus, ele o cumulou de altas bênçãos e frutuosos prodígios, lembrando apenas dos fantásticos milagres na fuga do Egito, mas pela inconstância, pela reiterada DESOBEDIÊNCIA (cuidado, domingueiros) frequente, principalmente de alguns dos Mandamentos, tal como o Adultério, o desrespeito ao Sábado e a idolatria iconolátrica (cuidado, católicos e ortodoxos) após muitas chances para o povo se redimisse e se voltasse ao Criador, OBEDECENDO-O, ele varreu da face da Terra ONZE das doze tribos de Israel, e só não excluiu também a de Judá pelos simples fato de que o Messias teria de nascer de Israel, como de fato nasceu.

Novamente, raciocinando, usando agora a matemática eu pergunto: como Deus conhece o futuro, pois até o cria, como iria se preocupar em propagar a sua Aliança a apenas  0,02% da Humanidade de hoje, sendo que apenas 7% deste ínfimo número são da Torah, e apenas aproximadamente 300.000 israelitas de hoje, em 2016, aceitaram verdadeiramente a Jesus como o Messias, tivessem sido eles os únicos  herdeiros do SINAL do sábado?

Acaso não Está Escrito que somos os Herdeiros de Israel?


Somos os verdadeiros herdeiros dos israelitas, do Decálogo, atestado pelo Espírito Santo:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas  e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”.  Atos dos Apóstolos 3:24 - 25

  Na entrelinhas das 10 perguntas do pastor João Flavio, entende-se que o Sábado como Sinal de Deus só valeriam para os 300 mil israelitas judeus citados, dentre uma população de mais de sete bilhões de viventes! Segundo a Perfeição, Sabedoria e Grandiosidade de Deus Criador, isso não teria nexo. É por isso que o raciocínio tem muito peso nas deduções finais.

Sobretudo, como já citei, se as 10 Leis do Monte Sinai teriam sido dadas somente a Israel (impossível), é fácil concluir que dessa forma estaríamos excluídos do acesso aos demais escritos do A.T, tais como os Salmos, Daniel, Moisés, Isaías,  Malaquias, onde ali os pastores buscam a melhor legitimação dos dízimos, pois tudo isso foi escrito pelo Povo de Deus e inicialmente para o próprio Povo de Deus. 


Por isso tudo, somos os legítimos herdeiros, também do Decálogo como um todo, pois o próprio Jesus, em suas dissertações, usou os escritos de vários profetas antigos, e ainda declarou que antes que das leis do Pai (10) seja retirado um só til, os Céus e o Universo inteiro poderão ser destruídos!

Eu pergunto com alta insistência: Depois de Jesus bradar, também sobre um Monte, que os Céus e o Universo todo podem ser destrupidos antes que das leis de Deus Pai se consiga retirar um só caractere, como podem imaginar os que se dizem cristãos de Jesus "acharem" que o sábado não está intrínseco nessa fortíssima declaração de Jesus, se o Quarto Mandamento tem 405 caracteres e perfeitamente legitimado, novamente no Evangelho quando declarou que o sábado foi criado para o homem e que por isso mesmo sua Igreja continuou a santificar os sábados mesmo após a sua Ressurreição?

Ora, segundo coloquei acima, ESTÁ PROVADO pela História e pelas Raízes da Igreja que os cristãos todos santificaram o sábado pelo menos o ano 364 D.C.


“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois os da Igreja de Paulo não caberiam nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

Pra que legitimação maior e mais abrangente do que essa, referindo à validade de todas as 10 leis do Monte Sinai, como claros fundamentos do Evangelho
?

Se seguirmos Mateus 5:17 até 28, notaremos que Jesus realmente se referia as 10 leis do Monte Sinai, pois ainda aumentou os graus de dificuldade de observação de TRÊS das leis. "A lei dos profetas diz: não adulterarás, mas eu vos digo que....".


Se o sábado existia desde o Éden, então porque Deus diz que ele foi dado no deserto?

Ora, meu nobre pastor Martinez.  Está mais que claríssimo que o Senhor Deus instituiu o Sétimo Dia logo após ter criado o homem, por isso mesmo Jesus bradou que o sábado foi estabelecido para o homem.

Mas no Deserto, no Monte Sinai, também o Sétimo Dia foi promulgado e propagado oficialmente a todas as nações da Terra (Romanos 16:25), juntamente com os demais mandamentos para Obediência irrestrita que pesam forte na Salvação, senão não seriam Mandamentos.  Por isso mesmo, Jesus bradou em sua primeira pregação à Humanidade que podem ser destruídos os Céus e o Universo inteiro, mas das leis um só til jamais poderá ser retirado, nem mesmo acrescentado (entende-se facilmente) e a lei do sábado está intrínseca nessa Universal Declaração. 

O Senhor que a Tudo criou, como não poderia deixar de ser, pois nada no mundo funciona sem leis, sem regras e diretrizes, coerentemente estabeleceu leis para a Humanidade obedecer, mas segundo a liberdade de decisão pessoal, onde podemos optar pelo bem ou pelo mal, pela obediência ou não, adivinhem o que vai acontecer com os desobedientes que rejeitaram e ainda  rejeitam o Quarto Mandamento!





Pergunta Quatro


Se o sábado tem força de lei para a igreja, então porque nunca vimos a igreja primitiva se reunir no sábado, mas sempre no 1º dia da semana? ( leia Atos 20:7 e I Corintios 16:2).

Errada a suas colocação, poie nem sempre no primeiro dia da semana, pois na aparição de Jesus a Tomé, aconteceu no SEGUNDO DIA DA SEMANA. Confira.


Sinto muito desmenti-lo, nobre pr. João Flavio Martinez por SUA INSENSATA DECLARAÇÃO pois me parece que com tal colocação você não conhece o Evangelho, pois por sete vezes, são mostrados Jesus, os apóstolos, toda a sua Igreja Primitiva e até a Igreja de Paulo se reunindo para santificar os sábados, colocados não como meras suposições quanto a aparições e partições de pão sem vinho, que permitem mais de uma interpretação, tais como Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, mas as revelações DIRETAS, CLARAS E CONTUNDENTES que revelam a IGREJA PRIMITIVA A ADORAR AOS SÁBADOS e jamais um só domingo.   Essa Verdade eu tenho colocado e continuarei assim a defender, pois é  de forma direta, contundente, inegável e conclusiva, como veremos abaixo. 




Mas preliminarmente vamos novamente apenas a dois exemplos da Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus

 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Quanto a Atos 20:7 e 1 Corintios 16:2 citados, nessas reuniões onde os apóstolos faziam frequentemente, serviam para coletas e distribuições aos que pouco tinham (o partir do pão, exemplo mais forte no capítulo 5 por inteiro de Atos), mas  a Igreja Primitiva nunca santificou um só domingo, como provaremos na resposta do número 5, abaixo. 

O ponto fraquíssimo de Atos 20:7 e 1 Corintios 16:2, o que o invalida como apoio ao tal domingo, lembremos que na última ceia de Jesus e seus amigos, foram distribuídos aos apóstolos (que ali representavam a Humanidade),  nacos de pão e vinho, mas em  Atos 20:7 e 1 Corintios 16:2 não há referência alguma sobre vinho, o que anula um tipo reunião para celebrar a representação do Grande Sacrifício de Jesus, pois a verdadeira reunião bíblica para partir o pão e o vinho está registrada em 1 Coríntios 11:20 e seguintes, abaixo explanados.  

http://aidolatriacatolicaaumarodeladetrigo.blogspot.com.br/

Então o nobre pastor MARTINEZ deu uma "enrolada" no Evangelho negando que a Igreja Primitiva santificava os sábados e jamais, jamais um só domingo e, a prova disso, além dos sete textos do Evangelho que nos revelam a guarda do sábado pela Igreja de Jesus, essa prática santa, sob a OBEDIÊNCIA a Deus Pai continuou 332 anos após a Ressurreição de Jesus, quando, então, Satanás venceu os santos vivos obrigando-os, pelo satânico Concílio de Laodicéia, que veio a proibir os cristãos de CONTINUAR A GUARDAR O DIA DE SÁBADO!



Sendo assim, não há como tentar lixar das Rochas Sagradas das Leis o Quarto Mandamento por conta de reuniões ou aparições no primeiro dia da semana, como também no segundo dia, como veremos, pois são meras suposições e, para piorar o quadro, a principal das aparições de Jesus, a que estava presente Tomé, aconteceu no segundo dia da semana.   Por isso tudo, aparições não tem força alguma para a derrota satânica do Dia do Senhor. Sobretudo, depois de Jesus ter propagado que o sábado foi estabelecido para o homem, e que poderão ser destruídos os céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só til e, em Mateus 5:21 a 28 e, por isso tudo, Jesus legitima, mais uma vez o Decálogo, ao aumentar os graus de dificuldade de observação de três dos dez mandamentos.

Tenha em conta que se fosse possível Deus Pai "arrepender-se" de ter cravado nas Rochas Sagradas das leis o Quarto Mandamento, o do sábado, ele, em sua alta Coerência e Perfeição JAMAIS TERIA DEIXADO DE ORIENTAR OS SEUS APÓSTOLOS E EVANGELISTA PARA REGISTRAREM SUA "NOVA" PROMULGAÇÃO A RESPEITO DO TAL DOMINGO NO Evangelho. 

Como não há (e nem poderia ser), o sábado é para sempre, pois o Senhor Deus jamais poderá ser um "enrolador".

Atenção, repetindo pela importância:

Os leitores tenham em conta que o Senhor Deus nunca usou de meias medida, nem de subterfúgios, pois se fosse possível ele ter se arrependido de promulgar o sábado como seu Dia Santo e Bendito, não ficaria a dar voltas com aparições ou citar reuniões de dupla interpretação como Atos 20:7 e 1 Corintios 16:2, pois aí não é citado o imprescindível vinho, mas o Espírito Santo de Deus faria seus quatro evangelistas escreverem que a partir da Ressurreição de Jesus, o sábado estaria extinto para dar lugar ao tal domingo, uma segunda-feira na época.

Meditem e raciocinem, assim como sugeriu o pastor João Flavio, que certamente concluirão que as "provas" conseguidas pelos domingueiros a favor da erradicação do Santo e Abençoado Sábado do Senhor são extremamente frágeis, inconsistentes, tolas e simplesmente descartáveis. 


Para comprovar minha afirmação, vamos agora à Verdade do evangelho na qual nos mostra, de verdade, uma reunião do partir do pão e do vinho, essa, sim, celebra a representação do Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus, bem diferente das meras suposições de Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:2, por não haver citações sobre o Vinho.

“Quando, pois, vos reunis, não é a ceia do Senhor que comeis, porque ao comerdes, cada um toma, antecipadamente, a sua própria ceia; e há quem tenha fome, ao passo que há também quem se embriague”. 1 Coríntios 11:20 e seguintes.  Só havia como embriagarem-se tomando vinho.

Essa, sim, foi uma reunião para o partir do pão de do vinho, e não as reuniões onde se distribuíam bens a favor da caridade, principalmente pelo temor da Volta de Jesus, cujo exemplo mais forte desse partir do pão incomum aconteceu no capítulo 5 de Atos, no episódio de Ananias e Safira.

O partir do Pão os apóstolos o faziam até de casa em casa:

“Perseveravam unânimes em oração no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria”. Atos, 2.46.

Partir o pão era realizar a caridade, de casa em casa, e não um tipo de  missa católica de casa em casa.  

Em que dia aconteceu o encontro de Jesus com João do Apocalipse quando lhe foi mostrado o Reino De Deus? Num sábado, no Dia do Senhor, apesar de que os satânicos clérigos católicos de hoje, em suas novas edições da Bíblia, por sua conta e risco (altíssimo risco, segundo o Apocalipse 22:19 e 20) como filhos do Diabo agrediram a Palavra Escrita de Deus, mudando "No Dia do Senhor" no Apocalipse 1:10, para "Num dia de domingo tive um sonho", agressão imensa e predadora ao Senhor, jamais ocorrida no mundo, pois nem os papas assassinos e corruptos nos seis séculos da terrível Inquisição tiveram a audácia incrível e a ousadia de mudar os textos bíblicos (a não ser em seu catecismo) como agora, descaradamente, sem nenhum temor a Deus, fez o clero católico atual com seus Nihil Obstat, pois nas Bíblias católicas mais antigas (eu tenho 4 delas do meu tempo de seminarista) não consta em nenhuma delas essa terrível agressão ao Senhor, corrompendo a Palavra Escrita.  Mas o Furor e a Ira de Deus COM CERTEZA os alcançará por tão absurda agressão:


http://ojulgamentodagrandeprostituta.blogspot.com.br/

E, incrivelmente os evangélicos, assim como o pr. Martinez se submeteram servilmente ao papado romano da Babilônia e, por tabela a Satanás, ensinando o povo a DESRESPEITAR O CRIADOR ao agredir o seu mandamento mais amado, o Sábado Santo e Bendito, instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade!


Ignorando os satânicos clérigos católicos que ousaram afrontar o Deus da Bíblia, assim também como  os autores do site Veritatis, todos eles Filhos do Diabo (pois até a Pavorosa Inquisição fizeram dela uma "COISA SANTA"), como acusou-os Jesus em João 8:44-47, pois apoiam e defendem todas as mazelas católicas, eu pergunto: Cadê o domingo no Evangelho? Tentei procurar até com uma lupa de todos os graus possíveis e não consegui ver.

Pergunto ainda, apenas para revidar as aparições justamente aos domingos: 


1) Por que em Atos 15, quando aconteceu a primeira reunião cristã para deliberar sobre a Circuncisão, onde estavam presentes Paulo e Pedro,  não aconteceu num domingo?


2) Por que não Está Escrito que Jesus nasceu num domingo?


3) Por que a Transfiguração de Jesus não aconteceu num domingo?


4) Por que o Batismo de Jesus não aconteceu num domingo?


5) Porque não Está Escrito que Jesus elevou-se ao Céu num domingo?


6) Por que Jesus não foi crucificado e morto num domingo, no maior evento na Terra, pois pelo derramamento de seu sangue o Filho de Deus Vivo redimiu a humanidade?


Então essa história de domingo por conta de aparições não legitima o tal domingo, nem nunca poderá, pois está provado pela História e pelas Raízes da Igreja que TODOS os cristãos de Jesus guardaram e santificaram TODOS os sábados até 332 anos depois da Ressurreição de Cristo, no ano 364, quando, então,Satanás venceu os santos vivos obrigado-os, através de seus servos, chefes do cristianismo, a proibir, pelo Concílio de Laodicéia a guarda dos sábados sob pena de severos castigos e até de excomunhão.



O Cânon 29 do Concílio de Laodicéia decreta:

"Os cristãos não devem judaizar e ficar ociosos no sábado, mas trabalhar nesse dia; devem apenas honrar especialmente o dia do Senhor [domingo], e como cristãos, devem se possível, não trabalhar neste dia. Se, entretanto, eles forem encontrados judaizando, que sejam excomungados por Cristo".


A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  John Hagee, ‘Should Christians Support Israel? página 167.

Repetindo pela  importância:  Se Jesus quisesse opor-se à Vontade de um Deus Imutável, excluindo das Rochas Sagradas das Leis o Quarto Mandamento, na sua perfeição e coerência não precisaria ficar dando voltas, "nos enrolando"  com aparições e reuniões aos domingos,  pois simplesmente, pelo Espírito Santo de Deus  faria os quatro evangelistas escreverem  que a partir da Ressurreição de Jesus, o tal domingo tomaria o lugar do sábado, pois Jesus sempre foi direto e NUNCA ENROLOU, desagradasse ou não, por que, então, nos teria confundido com a fantasia do domingo?


Por curiosidade, a maior prova,  majoritária,  importante, altamente reveladora, que indiscutivelmente mostra todo o povo cristão de Deus, assim como os apóstolos guardando e santificando os sábados É FACÍLIMO DE ENTENDER, basta raciocinar, como nos pediu o nobre Pr. João Flávio. Então vejamos:

Por curiosidade, a maior prova,  majoritária,  importante, altamente reveladora, que indiscutivelmente mostra todo o povo cristão de Deus, assim como os apóstolos, guardando e santificando os sábados É FACÍLIMO DE ENTENDER e que não permite contestações sob a honestidade, 
basta raciocinar, como nos pediu o nobre Pr. João Flávio. Então vejamos:

 Se os fariseus reclamaram com Jesus criticando o simples fato de seus apóstolos não lavarem as mãos antes da refeição, e esse fato 
ficou gravado no EvangelhoImagine o gravíssimo escândalo que também teria de estar gravado no Evangelho, é claro, mas é muito claro mesmo, se os apóstolos de Jesus tivessem ousado levar o povo cristão a pisar sobre o sábado,  preferindo o domingo, mesmo até em simples insinuações, com certeza, cabeças rolariam pela imensa agressão aos judeus da tradição, pois o grande escândalo seria inevitável e sangrento, pois tentaram até assassinar Jesus apenas por julgarem que ele violava os santos sábados. 

Quanto a isso, um bispo católico respondeu-me a respeito, afirmando que os apóstolos de Jesus trocaram o sábado pelo domingo após a Ressurreição de Jesus “tudo na surdina” para evitar escândalos e tumultos.  Escandalizado aos limites possíveis com uma colocação dessas, respondi a ele que, depois que os apóstolos receberam as línguas de fogo do Espírito Santo, perderam totalmente o medo de quem quer que fosse, por isso, as colocações dele estavam completamente fora de foco. Por isso, como a falta de uma revolta gravíssima dos judeus da Torah, dos fariseus e príncipes do templo não foi registrada pelos evangelistas, então não houve a troca de sábado algum por domingo algum, pelo menos até Constantino no início do século IV.


Portanto, como você mesmo aconselhou, Pr. João Flávio: Basta raciocinar...

Pergunta Cinco

Se o sábado se revestiu de tamanha importância, então porque Jesus não realizou sua maior obra nele - a Ressurreição.

Vou lhe revelar, sob o Evangelho, PORQUE JESUS JAMAIS PODERIA TER RESSUSCITADO NUM SÁBADO:

Ora, caríssimo amigo João Flávio Martinez. Primeiramente, a  Ressurreição de Jesus não foi a sua maior obra, mas sim uma CONSEQUÊNCIA de sua maior obra, que foi o seu Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus, ou seja, SUA MORTE para a redenção da humanidade perdida desde Adão e Eva, e ainda por ela nos habilitou a ingressar no Reino de Deus no Grande Dia de sua Volta (João 14:1-3)!





Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte.  De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos.  Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo.  Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

Agora, respondendo diretamente à sua quinta questão,  
segundo as Escrituras, vamos ver porque Jesus jamais poderia ter ressuscitado num sábado:   A resposta segundo o Evangelho é esclarecida pelas próprias regras divinas do sábado. Como Jesus era detalhista em tudo o que fazia, o Mestre jamais poderia ter ressuscitado num sábado.  Para bem entender, vejamos o Evangelho de João e de Marcos:


“Jesus, pois, movendo-se outra vez muito em si mesmo, veio ao sepulcro de Lázaro; e era uma caverna, e tinha uma pedra posta sobre ela”. João 11:38  Aqui, a ressurreição de Lázaro não aconteceu num sábado, então a pesada pedra pôde ser removida.

Na Ressurreição de Jesus:

E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande. Marcos 16:4  Se a pedra era muito grande, era muito pesada para se remover num sábado, nem mesmo pelos anjos de Deus.

Se  num sábado os anjos  de Deus  tivessem removido a enorme e pesada pedra e a grossa camada de barro que vedava o túmulo, estariam agredindo a Lei, a Vontade de Deus praticando a desobediência, e isso teria sido um mau exemplo para o povo cristão. 


Alguns podem até zombar dessa Verdade, e os domingueiros vão contestar: "nada a ver", mas o Senhor Deus sempre foi  Extremamente Detalhista em sua Perfeição, por isso, jamais ordenaria aos seus anjos a remover aquela GRANDE e PESADA PEDRA num dia de sábado,  dia proibido para qualquer esforço físico, exceto àqueles que não puderem ser transferidos para o dia seguinte, o que não era o caso da Ressurreição de Jesus, pois foi escolhido, de propósito,  pelo Senhor Deus um domingo, o primeiro dia da semana, que na época era um tipo de segunda-feira de hoje.

Pergunta Seis

Se o sábado era assim de tamanha importância, então porque os evangelistas registram sempre as aparições no 1º dia da semana e não no sétimo? (leia Mateus 28:1; Marcos 16:1; Lucas 24:1 e João 20:1).

Errada sua pergunta, pois Jesus apareceu a Tomé no SEGUNDO DIA DA SEMANA. Veja abaixo essa colocação bíblica. Veja o verso abaixo.

Na resposta acima já respondi também a esta, pois mostrei a impossibilidade de Jesus ter ressuscitado num sábado.

Lá vem o nobre pastor com reuniões e aparições onde nunca foi citado a falência do sábado a favor do domingo, mas só suposições duvidosas que não tem a força da Palavra Escrita, principalmente jamais poderá anular os SETE exemplos de Jesus e sua Igreja santificando os sábados e jamais um domingo.



 http://asseteverdadessobreosabado.blogspot.com.br/

Nobre pastor, agora sou eu a lhe fazer uma pergunta que tem tudo a ver com aparições de Jesus aos domingos ou na segunda-feira, com lhe provei:



Deus Pai sendo o Rei do Universo, e como ele o criou, tudo tem de se dobrar perante ele, sim ou não?  Jesus colocou no Pai Nosso: Seja feita a tua vontade, sim ou não? Acaso, em sua concepção, Deus Pai teria algum receio de mudar alguma de suas diretrizes promulgadas ao seu povo?

 Quanto a isso, acaso o Senhor Deus teria tido receio de informar ao seu povo, de forma direta, cristalina e conclusiva,  como sempre fez, através de seus evangelistas, revelando na palavra escrita que a partir da Ressurreição do Filho (dia menos importante que sua Morte) o sábado estaria extinto para dar lugar ao tal domingo? 



Se o nobre pastor julgar que SIM, o que tenho a certeza, então ficam, então, sem efeito  as tais aparições, pois Deus sempre foi direto e conclusivo e jamais ficaria nos enrolando com colocações sujeitas a mais de uma interpretação que as tais aparições envolvem.

Mestre Martinez, sobretudo, sua afirmação está errada:   "os evangelistas registram sempre as aparições no 1º dia da semana",  mas nem sempre as reuniões se deram no tal domingo, pois Está Escrito que na  segunda aparição de Jesus no Salão onde estavam os apóstolos, quando, então, desta vez, estava presente o descrente Tomé, ocorreu num segundo dia da semana. Vejamos:

Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro dia da semana... Jesus apareceu aos seus discípulos”.  João, 20:19, mas logo a seguir, Jesus reaparece a eles numa segunda-feira:

“Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos... Jesus apareceu”. João 20:26. Ora, oito dias depois de um domingo cai no segundo dia da semana.

Sobretudo, repetindo pela importância, que reuniões ou aparições aos domingos e segunda-feira, não passam de meras suposições se forem apontadas como desculpa para a exclusão do sábado no Evangelho, pois Deus sendo Perfeito e Coerente, se pretendesse se arrepender das promulgações do Monte Sinai,  teria sido direto e conclusivo como Comandante Supremo, pois tudo tem de se dobrar perante ele, mandaria seus profetas do Evangelho apregoarem e registrarem que a partir da ressurreição, o mandamento do sábado estava extinto a favor de um domingo, mas nada disso aconteceu. Ou será que o nobre pastor julga que Deus estivesse com medo dessa nova promulgação? Medo? Deus? Incoerente? Deus?

Então essa história de domingo por conta de aparições não legitima o tal domingo, nem nunca poderá.

 Vamos agora à total legitimação do sábado como o Dia do Senhor sem enrolação, mas de modo direto e irrefutável se estiver presente a honestidade.


Contra suas suposições, pastor João Flávio, nada melhor para anulá-las que a Verdade de Deus, que exibe Jesus, sua Igreja com seus apóstolos e até Paulo, décadas após a Ressurreição santificado os sábados.  Tais colocações são tão claras, diretas e conclusivas que não pode haver contestações honestas, mas mesmo assim, ainda assim há pastores fariseus ao extremo, super apegados ao tal domingo, que ousam tentar invalidá-las como no caso do pastor Hernandes Dias Lopes, que inventou um monte de tolices para tentar invalidar tal Verdade de Deus, muito bem detalhada. Veja porquê no meu blog:

http://oprhernandesdiaslopesensinaerrado.blogspot.com.br/

Vamos então conferir que dia da semana era solenemente guardado e santificado pela Igreja Primitiva:

“E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. A respeito de Jesus, em   Lucas 4:16.  

Não importam as interpretações contra, sejas elas quais forem, pois o que importa é que Jesus se fez mostrar santificando o sábado e assim transmitiu para sua Igreja nos concedendo o exemplo. Os fariseus contestam essa Verdade, dizendo que se Jesus era Judeu, é certo que comparecia ao templo num sábado. Ora, que cretinice: Se o Espírito Santo de Deus quisesse (como quis) nos mostrar, como exemplo, Jesus Cristo santificando os sábados sagrados de Deus Pai, como nos revelaria isso senão do modo como está escrito?   Está Escrito que Jesus, coerentemente, santificava os sábados de Deus Pai, praticando a OBEDIÊNCIA, que para nós é a primeira condição para a salvação, logicamente segundo Jesus, como está bem informado no meu blog abaixo:


Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista!  Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas com tantas Verdades indiscutíveis a favor do sábado?

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor.

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo, inventado, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

 “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”. 

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70/73, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Pergunta Sete

Porque após a morte dos apóstolos a igreja continuou se reunindo aos domingos e não no sábado?


A sua pergunta está muito mal colocada biblicamente falando, pr. João Flávio Martinez, pois além de eu já ter colocado, logo cima, exemplos mostrando, indiscutível, direta e conclusivamente, a Igreja Primitiva, antes e mesmo após a Ressurreição de Jesus, guardando e santificado os sábados e nunca um só domingo, não há mais o que contestar, e só isso responde às suas 10 PERGUNTAS.


E para dar um Xeque Mate nessa sua colocação: Está Provado pela História e pelas Raízes da Igreja que TODO o povo cristão guardou os sábados pelo menos até o ano 364, sou seja 232 anos após a Ressurreição de Jesus, quando então (AÍ SIM!) foi decretado aos cristãos que cessassem a guarda do sábado a favor do domingo. Concílio de Laodicéia!  Não se pode renegar a História!

Como já coloquei acima, as aparições e reuniões aos domingos nem sempre aconteceram aos domingos, no mais, tais colocações não têm força alguma contra as revelações diretas e incontestáveis  a favor do Sétimo Dia, e na minha Bíblia de Almeida, Original, não consta essa sua colocação falsa de que os apóstolos "santificavam os domingos" se estiver se referindo aos 313 anos depois de Cristo, e se essa sua colocação tiver origem nos Escritos Católicos, para mim são zero à esquerda, pois são parciais e agressivos ao Evangelho e escritos por "santos" santificados pelo próprio homem,  o que não tem valor algum perante a Verdade de Deus.

Mas completamente contra as suas colocações, a Igreja Primitiva, como eu já provei, biblicamente, na resposta anterior,  sempre santificou os sábados, e nunca um só domingo

 Como já relatei, meras suposições não tem força alguma contra a Verdade de Deus Escrita, que nunca muda em suas promulgações à Humanidade, e entre elas está o Sábado e nunca um domingo. Sobretudo, está Escrito em Mateus 5:17 a 28 e em Marcos 2:28 Jesus Cristo legitimando o sábado como o Dia do Senhor, como não poderia ser diferente, pois diferente disso, ele estaria a agredir as determinações de Deus Pai, e isso é impossível!

 Vamos raciocinar: Ora,  Se Jesus afirmou que o sábado foi feito para o homem, para a humanidade: se ele nos deu exemplo guardando os sábados, se sua Igreja Primitiva santificou os sábados antes e depois da morte dele, se a Igreja Primitiva depois da Ressurreição de Jesus, dirigida pelo apóstolo Paulo, santificou os sábados coerentemente, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados, segundo o raciocínio é fácil entender, mediante os exemplos citados, que a Igreja de Jesus, pelo menos até o evento Concílio de Laodicéia continuou a guardar e a santificar cada sábado do calendário. Não há como ser diferente...

Pergunta Oito

 Porque nesta época a história registra que o sábado era guardado somente por seitas do judeu-cristianismo?

Pergunta ardilosa até satânica.  Onde Está Escrito que os que guardavam os sábados pertenciam a uma seita? Ora, Jesus, ao guardar os sábados pertencia a alguma seita? 

O Apóstolo Paulo que todo sábado levava quase toda a cidade a louvar aos sábados acaso pertencia a alguma seita?

Nada a ver, pergunta altamente equivocada de quem não conhece o Evangelho ou foge convenientemente dele por medo da Verdade do sábado, pois além de sua colocação não encontrar respaldo no Evangelho, está absolutamente provado, biblicamente, na resposta anterior, a de número 6, que tanto Jesus quanto toda a sua Igreja Primitiva, antes e depois da Ressurreição de Jesus santificavam o Sétimo Dia das Rochas Sagradas das Leis, e não apenas as "seitas" citadas por você. Pergunta completamente fora de sentido.  Se o judeu-cristianismo eram reles seitas, Jesus teria falhado na Evangelização de seus irmão de sangue, os judeus.

Pergunta Nove

Porque Homens de Deus como Lutero, Calvino, Wesley, Moody, Finey e tantos outros, citados por Ellen White, guardaram o domingo e não o sábado?

O maior erro dos evangélicos é seguir a orientação dos homens contra a Palavra de Deus. Tais personagens citados também foram dotados de autonomia de procedimentos e puderam agir como bem quiseram, seguindo suas doutrinas ou atendo-se exclusivamente à Verdade Escrita que coloca o sábado em perpétua evidência Bíblica, de forma irrevogável e irretratável, como não  poderia deixar de ser.

Devemos nos orientar pelos seus personagens citados ou pela Verdade de Deus Escrita? Para mim, os erros de Obediência a Deus Pai na agressão ao seu Quarto mandamento não fazem deles evangélicos de Deus.

Ora, primeiramente vejamos as maldições de Deus Pai promulgadas aos teimam em praticar permanentemente a desobediência por não guardarem todos os mandamentos, inclusive o do sábado, e se Lutero e os demais personagens citados, por vontade própria ingressaram permanentemente nessa desobediência a Deus, o problema será deles no Grande Dia da Volta de Jesus, quando serão julgados, pois segundo as Escrituras, ingressaram na maldição, pois a Palavra de Deus não tem meias medidas, subterfúgios, mas é direta, conclusiva, irrevogável, irretratável  e incontestável, além de perpétuas.

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir TODOS os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 


Atente-se o nobre pr. João Flavio a Palavra Irrevogável acima: se refere a todos os Mandamentos o que inclui o sábado.

Então, que cada um que use o seu livre arbítrio para escolher entre obedecer a Deus ou arriscar-se à Maldição

Agora pergunto: Em que situação dos dois versos acima está o nobre pastor João Flávio Martinez?

O Evangelho nada diz sobre a revogação da Maldição de Deus Pai aos desobedientes a ele, e quando Jesus legitimou todas as leis, não  Está Escrito que removeu as maldições de Deus aos desobedientes ao  contrário, muito falou sobre os castigos do Inferno.

 “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”.  João 15:10.

 No caso particular de Lutero (e outros), infelizmente, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, não conseguiu desligar-se completamente do peso da mais que secular doutrina católica de tantos erros. Continuou a chamar a santa em vida, a mãe de Jesus de “Mãe de Deus”, nascida “sem o pecado original” e prestando culto a ela. Gottfried Maron. Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do  Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.  Lutero continuou sua incrível crença do fantasioso Purgatório, como também herdou dos papas satânicos de chamar os nossos irmãos judeus, naturais herdeiros do Povo de Deus de "cães vadios".

As considerações finais de Lutero que mostram a continuação à idolatria mariana foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte. 

Por conta de sua antiga tradição católica romana, Lutero manteve a missa católica, com paramentos católicos, velas  e tudo o mais, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.

Lutero, que dizia respeitar o sábado, no entanto guardava e ensinava o domingo católico como o "Dia do Senhor" instituído pelo papado romano no Concílio de Laodicéia, (ano 364)  presidido pelo invisível, mas sempre ativo Satanás.

Lutero também atropelou as Escrituras em suas  incríveis teses: Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”.  (que grande tolice). 

Ainda bem que com o passar do tempo as novas congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, mas, infelizmente, o maior dos erros de Lutero, o mais afrontoso a Deus, não foi abolido, pois rejeitando o Decálogo de Deus, rebaixou-se ao papado romano do engano satânico, santificando o tal domingo, justamente por conta da dificuldade de arregimentar fiéis do catolicismo ou não, e assim continuou sob o  domínio universal dos papas romanos de Satanás:

Lutero também acreditava piamente no tal Purgatório católico mesmo tendo se separado do catolicismo. Então, cometeu erros grosseiros sobre erros e um desses foi exatamente continuar "abolindo" o sábado santo e abençoado.

Por isso, Lutero preferiu a facilidade do domingo. Mas grande foi o seu erro ao renegar a Vontade de Deus a favor de uma doutrina, continuando a sujeitar-se ao papado romano de Satanás e aos resultados sórdidos de seus concílios.

Então, COMO CRER EM LUTERO SE ELE, DEPOIS DA REFORMA, FOI METADE EVANGÉLICO E METADE CATÓLICO, ou seja: NADA?

"E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição". Jesus, em  Marcos 7:9

Vejamos a igreja católica, a maior seita do mundo, confessando ser ela a benfeitora do domingo:
 

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  

 “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.  


Os escritores católicos, aduladores dos papas romanos dos grandes enganos, atestam acreditando serem esses o Deus na Terra, configurando-se num dos maiores absurdos de todos os tempos: tentar obrigar o Deus Imutável a mudar as suas leis perpétuas:

"O Papa é de tão grande autoridade e de um poder tão grande que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas... O Papa pode alterar a lei divina, visto que o seu poder não procede do homem, mas do próprio Deus, e atua como vice regente de Deus sobre a Terra com amplitude de poder para atar e desatar os membros de sua grei (santo povo)".   Manifesto do Papa II, Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, v. 6, pg. 25).   Uma gigantesca agressão a Deus, bem próprio do clero católico!

Novamente a débil fragilidade espiritual dos escritores católicos que em sua heresia atribuem a criação do dia de descanso aos papas católicos:

“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santa". Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?   Mas que descaramento! Satânica missão, com certeza absoluta!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.

Pergunta 10

Se o sábado fosse parte de uma lei moral poderia uma lei cerimonial quebrantá-lo, como era o caso da circuncisão? (leia João 7:22,23)

Vamos a João 7:22 a 24:

O Objetivo de Jesus explanado por esses preceitos é o de repreender os fariseus que o acusavam injustamente de ter violado o sábado. E justamente no verso 24, Jesus afirma que apenas APARENTA que ele violava os sábados, pois pratica o amor de caridade, curando e consolando não é trabalho pesado.


“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24

E também em João 8:44, contrariado com tanta ignorância que fazia da Caridade do Amor um trabalho pesado aos sábados, Jesus não titubeou em nomeá-los a todos os daquela época e de hoje como Filhos do Diabo:


“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47


Cuidado, nobre pastor Martinez, nunca afirme que Jesus VIOLAVA os sábados, senão você ingressará no grupo FILHOS DO DIABO, segundo Jesus.

Abaixo Jesus se revela DEFENDENDO OS SANTOS SÁBADOS:

E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.   Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?   E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?”.    Lucas 13:14-16

“E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?  E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará?   Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por consequência, lícito fazer bem nos sábados.  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.  E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”.  Mateus 12:10-14

“E os escribas e fariseus observavam-no, se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar.  Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.   Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?   E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.  E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.
Lucas 6:7-11

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”. Jesus, em Marcos 7:9

Ora, meu pastor João Flávio, para que legitimação mais precisa e conclusiva de que o sábado é para sempre, revelada pelo próprio Filho de Deus ainda em vida? Somente os versos acima, todos proferidos por Jesus Cristo, mata toda as suas 10 Perguntas.

"Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem?".

A lei da Circuncisão, pela qual até Jesus cumpriu segundo a tradição israelita no oitavo dia, no  Evangelho tornou-se uma lei escrava, por isso mesmo os líderes cristãos, principalmente Pedro e Paulo,  israelitas por tradição,  segundo as revelações no capítulo Inteiro de Atos 15, com dúvidas sobre a manutenção da Circuncisão também no Evangelho, principalmente como pretendia um grupo rebelde de Gálatas, convocaram essa reunião para discutirem e decidirem sobre esse assunto, carga pesada para o povo, encargo  difícil de suportar, decidiram varrer da face da Terra a Circuncisão que teria sido um peso a mais na vida dos cristãos, principalmente dos adultos pagãos convertidos que teriam de ter seu prepúcio do pênis cortado, sem anestesia, sujeito a infecções, o que resultaria colocar em sérias dúvidas a propalada Religião da Graça e da Liberdade cristã.

Nobre pastor Martinez, imagine esse quadro: Paulo está defronte a um grupo de pagãos recém convertidos ao cristianismo e se dirige a todos eles:

"Irmãos, parabéns pela sua conversão, mas para que ela se solidifique, além do batismo vocês terão de passar pela LEI DA CIRCUNCISÃO DA CARNE. Fiquem todos nus, e eu com essa faca vou cortar o prepúcio do pênis de cada um. Vai doer em todos, em alguns vai infeccionar, mas é necessário para que consigam ingressar na RELIGIÃO DO AMOR E DA GRAÇA DE JESUS!".

Ora, mas que Graça sem graça? Se a obrigatoriedade da Circuncisão fosse preservada também no Evangelho, nem todos os homens aceitariam esse sacrifício inútil..  Por isso mesmo a lei da Circuncisão foi varrida do Evangelho no capítulo de Atos 15, por inteiro!

Cuidado, então, nobre amigo pastor e professor João Carlos Martinez, pois segundo Jesus, se você ficar a teimar que Jesus violava os sábados ou que o sábado foi extinto, estará automaticamente colocado nesse grupo infernal dos filhos do Diabo! Não sou eu quem julgo, pois não posso julgar ninguém, mas apontar os erros bíblicos isso eu não só posso, como sempre farei até o dia de minha morte.

Vamos ver mais versos bíblicos de Jesus a respeito das ações aos sábados:

Segundo Jesus acima: Todas as ações necessárias que não se podem transferir para o dia seguinte (emergências) podem ser realizadas aos sábados.

Novamente, pela importância: Jesus nos revela que apenas APARENTAVA que ele violava os santos sábados:

“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24

Ai está amigo adventista, espero que medite nisto com um coração sincero em oração. Portanto, se souber que esteve errado até agora estará disposto a mudar? Pense nisso!

Meu caríssimo pastor João Flávio Martinez, devolvo a você essa mesma colocação acima, e lembre-se de que lhe provei que estou amparado pela Verdade de Deus contra as fantasias, suposições "transformadas em verdade" a favor da erradicação do Sábado Santo e Bendito!

Prof. João Flávio Martinez – CACP

Mudar a simplicidade do Evangelho de Cristo para a doutrina humana inventada pelo papado romano de Satanás?  Jamais, nobre pastor João Flávio Martinez, pois Graças ao Senhor Deus estou completamente fora de sua doutrina.

Quanto à sua doutrina do domingo declaro ser ela completamente inválida, justamente segundo as Escrituras, como exibi, segundo a Palavra de Deus!




Tudo livre para publicações, desde que os textos não sejam modificados